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Envelhecimento Sustentável e Saúde Planetária – Estudo ESSP

O aumento da expectativa de vida é uma das maiores conquistas da humanidade. As pessoas no mundo inteiro estão envelhecendo e vivendo cada vez mais. Contudo, para o aumento da longevidade, os recursos naturais do nosso planeta têm sido muito explorados. Mudanças ambientais induzidas pela exploração humana favorecem a ocorrência de doenças, sobretudo entre as pessoas idosas. Infelizmente, nem todas as pessoas envelhecem de modo saudável, bem-sucedido, possuindo graus variados de morbidade e dependência. As alterações no meio ambiente podem contribuir para o surgimento de doenças. Assim, para proteger a saúde humana é preciso que a saúde do planeta também seja preservada.

No entanto, do mesmo modo que as alterações ambientais comprometem a saúde humana, o modo de viver pouco sustentável e as doenças comuns no envelhecimento, sobretudo aquelas relacionadas com maior dependência, comprometem a saúde do planeta. Pessoas doentes e dependentes consomem mais recursos naturais.
Precisamos entender que se desejamos viver mais e melhor em um mundo saudável, precisamos nos preocupar com o modo com que envelhecemos e com que vivemos para alcançar um padrão de envelhecimento que seja sustentável para a preservação da saúde
do planeta. É necessário, portando, que haja um alinhamento entre as agendas de envelhecimento bem-sucedido e desenvolvimento sustentável.
Iniciativas nessa direção já foram desencadeadas. A própria agenda da Organização das Nações Unidas chamada de “Década do Envelhecimento Saudável” tem como fundamento a agenda que trata dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
O desafio agora é implementar um plano estratégico de ações, direcionado pelas agendas de envelhecimento saudável e desenvolvimento sustentável.
Como proposta de contribuição para essas duas agendas, surgiu o estudo ESSP (Envelhecimento Sustentável e Saúde Planetária). Trata-se de um estudo interprofissional, transdisciplinar, proposto por um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo, em 2020, que tem como objetivo mapear indicadores de ESSP e avaliar o quão sustentavelmente as pessoas estão envelhecendo, na direção da saúde planetária. Para tanto, foi criado um instrumento de avaliação que permite que os idosos se auto avaliem e verifiquem se o modo como estão envelhecendo é sustentável para a manutenção da saúde do planeta.

Este estudo em andamento é coordenado pela Profa Dra Renata E. L. Ferretti-Rebustini e pelo Prof. Dr. Antonio Mauro Saraiva. Fazem parte da equipe de pesquisa os Professores Dr Eduardo Ferrioli, Flávio Rebustini e Wilson Jacob-Filho. O Estudo conta com a participação de outros pesquisadores em formação: Arthur Meira Jambiero (aluno de iniciação científica) e Marecelle Padula (pós-doutoranda).

Se você tem 60 anos ou mais e deseja conhecer o quão sustentável é seu modo de viver, clique aqui e preencha um rápido questionário.

Conheça seu nível de Envelhecimento Sustentável, clique aqui!

Pegada Ecológica

Você sabia que a área biologicamente produtiva necessária para fornecer os recursos que precisa para viver o seu estilo de vida é chamada de pegada ecológica? Quantos planetas são necessários para sustentar seu estilo de vida? Calcule sua pegada ecológica! Clique aqui

Alimentação

Pense que

O que consumimos
nas nossas refeições e
o desperdício
alimentar interferem
na saúde do planeta

Comece já

Reduzir o consumo de produtos de origem animal e aumentar o consumo de alimentos frescos, não embalados e produzidos localmente

Estilo de vida saudável

Pense que

O estilo de vida saudável reduz a chance de doenças que resultem em dependência e incapacidade. A maior necessidade de medicamentos e dispositivos de saúde aumenta o uso de recursos naturais e prejudica a saúde ambiental

Comece já

Adote um estilo de vida saudável, praticando atividade física regular, visitando lugares que permitam o contato com a natureza, reduzindo o consumo de álcool, interrompendo o consumo de cigarros e outros tipos de fumo, tomando vacinas recomendadas, fazendo acompanhamento de saúde regular.

Consumo
consumo excessivo

Pense que

O consumo em excesso e o descarte inadequado de papel, roupas e eletrônicos danificam o ambiente, comprometendo a saúde planetária

Comece já

Racionalizar as compras mensais para reposição de vestuário, mobiliário e eletrodomésticos, dispositivos eletrônicos e papéis. Criar o hábito da reciclagem de plásticos, do descarte consciente de produtos não utilizados
Energia
uso de energia renovável

Pense que

O uso de energias renováveis auxilia no enfrentamento das alterações climáticas. A mobilidade urbana centrada no uso de automóveis é uma forma de uso de energia não renovável.

Comece já

Utilizar meios alternativos para a mobilidade urbana, reduzindo o uso de automóveis. Usar veículos compartilhados, transporte público, andar de bicicleta ou caminhar para o trabalho sempre que possível.
Cidades

Pense que

O planejamento urbano é primordial para a gestão dos recursos ambientais

Comece já

Pensar no planejamento urbano à partir da moradia em que vive, pensando na sustentabilidade ambiental
Planeta

Pense que

Os ecossistemas naturais são fundamentais para a saúde humana e do planeta

Comece já

Proteger os ecossistemas naturais cuidando da natureza para sua preservação

Clique aqui para saber mais sobre esse assunto

O envelhecimento é um fenômeno mundial, contínuo e progressivo.​

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Núcleo interprofissional de Investigação em Cuidado no Envelhecimento​

Núcleo vinculado ao Grupo de Pesquisa “Envelhecimento, cuidado intensivo e atenção em cardiologia – A3CN” da Escola de Enfermagem da USP, cadastrado no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq.

Endereço: Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419. 3º andar. Sala 354. Cerqueira César. São Paulo, SP – Brasil.